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sexta-feira, 24 de junho de 2016

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O cientista olha para o computador e, orgulhoso, gaba-se da inteligência humana, mostrando, diante da complexidade da tecnologia de nossos dias, quão inteligente é o homem, capaz de fazer coisas extraordinárias.
Contudo, o mesmo cientista olha para a criação; contempla sua complexidade incomparável; estuda-a, exaustivamente, para compreender o funcionamento dos organismos, e diz: “não há Deus” (Sl.14.1); tudo é obra do acaso.
Até quando, ó homem “insensato” (Sl.53.1), desprezarás teu Criador, perdendo-se nas tolas contradições de tua mente corrompida? “Reconhece-o em todos os teus caminhos, e Ele endireitará as tuas veredas” (Pv.3.6).
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Gosto muito de assistir filmes, principalmente desenhos longa-metragens. Contudo, a imoralidade pagã de nossos dias está contaminando tudo, inclusive desenhos que passaram a veicular a "ideologia de gênero", apresentando casais homossexuais ou personagens afeminados. Portanto, tornou-se inadequado ao cristão assistir tais desenhos, afinal não podemos divertir-nos com aquilo que DEUS abomina. Sendo assim, espero que os mais de 40 milhões de cristãos de nosso país deixem de assistir os novos filmes que insistem em propagar a imoralidade dessa geração leviana. Isso é o mínimo que os cristãos devem fazer por amor a Cristo.
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Ao observar os erros doutrinários da cúpula da igreja de seus dias, Lutero fez tudo que podia para corrigi-la, evitando, por todos os meios, deixar a comunhão da igreja.
Contudo, o compromisso com a igreja está tão banalizado, em nossos dias, que as pessoas abandonam igrejas locais pelas razões mais tolas: como um simples desagrado.
A falta de compromisso e amor à igreja está produzindo uma geração de peregrinos, que mudam constantemente de igreja, e desigrejados, que pastoreiam a si mesmos.
No entanto, o cristão só deveria deixar um rebanho local quando a pureza da fé cristã estiver, realmente, sendo abandonada, e todo esforço para restaurá-la já tenha sido empreendido. Pois, nenhuma outra razão pode ser considerada boa e justa diante de DEUS.
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O sal dá sabor à refeição e conserva puros os alimentos. Por isso, disse Jesus: “Tende sal em vós mesmos e paz uns com os outros” (Mc.9.50).
Mas, após a chegada do romantismo, movimento do séc. XVIII e XIX que enfatizava a centralidade do indivíduo, a doçura do açúcar confeitou as doutrinas cristãs, cariando a mensagem dos pregadores; transformando pastores em profissionais do púlpito; diluindo a firmeza na propagação da Verdade.
A partir daí, a pureza salina foi substituída pela melosidade, e a vida cristã deixou de ser “temperada com sal” (Cl.4.6). A Verdade recebeu um toque melífluo, e a Palavra de Deus foi adornada com glacê.
Contudo, enquanto o sal conserva o mundo diante de Deus o açúcar esconde o amargor de seu pecado, pois a doçura disfarça até a mais amarga mentira e afrouxa até o mais valente dos homens. “Vós sois o sal da terra; ora, se o sal vier a ser insípido, como lhe restaurar o sabor?” (Mt.5.13)
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O segundo planeta, um vaidoso o habitava.
- Ah! Ah! Um admirador vem visitar-me! Exclamou de longe o vaidoso, mal vira o príncipe. Porque, para os vaidosos, os outros homens são sempre admiradores. [...]
- Não é verdade que tu me admiras muito? Perguntou ele ao principezinho.
- Que quer dizer admirar?
- Admirar significa reconhecer que eu sou o homem mais belo, mais rico, mais inteligente e mais bem vestido de todo o planeta.
- Mas só há você no seu planeta!
(O pequeno príncipe)

“Porque, pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um.” (Rm.12.3)

Quando te glorias em tuas obras e te orgulhas no que escreves, ignoras que tudo procede de Cristo e nos é concedido graciosamente para manifestar a glória do Filho de Deus (Lc.17.7-10; Rm.11.36; Tg.1.17). Mas, se o que fazes é para tua glória, de nada serve a Cristo, senão a ti mesmo.
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Os dias maus de nossa geração chegaram, exigindo que tomemos “toda a armadura de Deus” (Ef.6.13), a fim de que possamos resistir aos desafios. E mesmo que você esteja incomodado com a gravidade das novas doenças e escassez advinda da crise financeira, esses são os menores de todos os males.
Duas guerras mundiais contra os cristãos estão sendo travadas, cada qual com suas peculiaridades. No ocidente, a GUERRA CULTURAL visa acabar com o cristianismo, destruindo todos os valores cristãos propagados ao longo dos séculos. No oriente, a GUERRA FÍSICA, travada principalmente em países islâmicos, deixa um rastro de terror, queimando, decapitando, enforcando e maltratando o povo de Deus.
Portanto, deixando de lado o amor exclusivo a si mesmo, aliste-se para o combate! A igreja é conclamada a lutar por Cristo, propagando a Palavra de Deus com intrepidez e sabedoria, “orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6.18), a fim de serdes “fortalecidos no Senhor e na força do seu poder” (Ef.6.10), pois Satanás está solto e já recrutou seu exercito contra nós (Ap.20.7-10).
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Não é preciso ser o profeta Jeremias para entender que vivemos dias de crise ético-moral e espiritual. Por isso, advertimos que não deem ouvidos aos falsos profetas que “curam superficialmente a ferida do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz” (Jr.6.14).
Nossa geração precisa muito de paz; da verdadeira paz que só Cristo pode dar por meio da justificação (Rm.5.1) e morada do Espírito Santo (Jo.14.27). Não adianta jogar na Mega-Sena, pois a paz do coração não será alcançada com muito dinheiro; não se entregue ao feminismo, pois o refrigério da alma não se encontra na liberdade para fazer o que quiser; não vá atrás de líderes políticos ou religiosos, pois nenhum deles poderá preencher seu coração com a “paz de Deus que excede todo entendimento” (Fp.4.7).
Você precisa de paz, e encontrá-la-á somente em Cristo Jesus! Ele “é a nossa paz” (Ef.2.14), por meio do qual estamos livres da ira vindoura (1Ts.1.10), temos comunhão com o Senhor (Hb.10.19), podemos dominar as vontades da carne (Gl.5.16), fazemos parte da família de Deus (Ef.2.19) e vivemos pela esperança da glória futura que nos aguarda (Rm.5.2). Portanto, Cristo é a verdadeira paz que aquieta o coração pecador e acalma as tempestades da alma, pois somente nEle somos amados e abençoados por nosso Criador (Ef.1.3-5).
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Redimir a cultura não é colocar o nome “gospel” no final de um costume pagão, mas substituir os maus hábitos do mundo por um novo comportamento movido pelo Espírito e Palavra de Deus, por meio dos quais o pecador abandona o hedonismo e encontra na simplicidade de uma vida com Cristo a completa satisfação para a alma.
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Houve um tempo em que a cosmovisão do cristianismo impactava o mundo, influenciando a vida sociocultural de diversos povos por meio da vivência da Palavra do Senhor. Deste modo, o ocidente foi erguido com valores bíblicos e costumes cristãos que perduram até nossos dias, de forma que as mais belas produções culturais admiradas ainda hoje foram produzidas pelo cristianismo.
Durante séculos, os cristãos mostraram ao mundo um novo modo de viver centrado em Deus: edifícios que apontavam para os céus comunicavam aos admiradores que toda glória pertence ao Senhor; arte a serviço da teologia manifestava a beleza das obras divinas com o fim de atrair o homem ao Criador; universidades criadas para propagar o conhecimento de Deus dignificavam o cidadão pelo estudo da Verdade; hospitais construídos, a fim de por em prática o amor ao próximo, ampliavam o cuidado com os enfermos; o cultivo de uma vida simples motivava a caridade para com os necessitados e desapego dos bens materiais.
Contudo, o empobrecimento cultural cristão de nossos dias revela uma reviravolta lamentável, pois o mundo que um dia imitou a vida cristã, hoje é copiado pelas igrejas como se estas sentissem necessidade de arremedar o mundo. Agora, toda tradição e modismo produzidos pelos povos recebem um toque evangelical, de forma que tudo que o cristianismo atual consegue oferecer é uma subcultura do mundo, fruto de uma mera adequação das culturas pagãs.
O autêntico cristianismo precisa ser resgatado para que a igreja volte a ser culturalmente relevante, guiando o mundo a Cristo, em quem todas as coisas são renovadas.
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O texto de Hebreus 6.4-6 é considerado, por diversos estudiosos, de difícil interpretação. Para os arminianos, este seria um texto que provaria a possibilidade de se perder a salvação, uma vez que os apóstatas, sobre os quais o autor se refere, “foram iluminados, e provaram o dom celestial, e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram a boa palavra de Deus e os poderes do mundo vindouro” (Hb.6.4-6).
Por essa razão, gostaria de oferecer uma orientação para uma melhor leitura do texto. Para isso, venho lembrar-vos um personagem pouco citado nos ciclos de debate: Judas Iscariotes. Conforme a Escritura, Judas foi contado entre os apóstolos (At.1.17) e recebeu autoridade para pregar, expulsar demônios e curar os enfermos, junto aos demais colegas de ministério, por ocasião das comissões enviadas por Jesus (Mt.10.5-15; Mc.6.12-13; Lc.9.6). Portanto, Judas experimentou todos os benefícios que os demais apóstolos haviam recebido, incluindo a iluminação para compreender a boa Palavra (Mt.13.11) e a participação na antecipação do dom celestial (Mt.10.1), a fim de que manifestasse às cidades judaicas, para as quais tinham sido enviados, que o Reino de Deus havia chegado (Mt.10.7).
Contudo, apesar de provar dos poderes do mundo vindouro (Lc.10.17-20), Judas era filho das trevas (Jo.6.70-71; 13.27), e estava destinado a trair Jesus conforme “o Espírito Santo proferiu anteriormente por boca de Davi” (At.1.16). Judas foi escolhido por Jesus com propósito específico. A traição não foi apenas uma apostasia voluntária, mas, também, o instrumento para o cumprimento do propósito de Deus: a crucificação de Cristo (Mt.26.24; At.4.27-28). Judas teve momentos de êxtase, assim como os demais, por compartilhar da manifestação do poder de Deus, mas não pôde desfrutar o mais importante: a alegria de ter seu nome arrolado nos céus (Lc.10.20//Jo.6.70).
Diversos outros exemplos (Balaão, israelitas, Saul etc) corroboram com o fato de haver clara distinção entre a participação nos sinais e prodígios de Deus (Mt.7.22) e o privilégio de estar “inscrito no livro da vida” (Ap.20.15). A negação da fé após o desfrute de maravilhas do Reino dos céus comprova a impossibilidade de alguém ser salvo por ver prodígios (Lc.16.31). O coração do apóstata é como solo rochoso, impróprio para plantio: ele dá sinais de vida, mas logo revela sua natureza inóspita (Mt.13.5,20-21). Paulo lembra aos coríntios que todo o Israel que saiu do Egito foi “batizado” em todas as maravilhas manifestadas pelo Senhor, contudo “Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto” (1Co.10.5).
Portanto, não é tão difícil ler Hebreus 6.4-6 quando olhamos para outros exemplos de apostasia, revelados pela Escritura. Hebreus nos adverte que a participação do ambiente da graça no qual Deus manifesta sua glória, não representa um sinal para a certeza da salvação. A perseverança na fé é o sinal legítimo de alguém pertencer a Cristo, pois “aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo” (Mc.13.13). Desta forma, o único privilégio pelo qual devemos nos gloriar é o fato de termos recebido a salvação graciosa de Cristo Jesus, testemunhada pelo Espírito de Deus em nosso coração (Rm.8.16).
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Você já se chateou porque alguém não cumpriu algum compromisso com você? Esse é um mal presente em nossos dias sobre o qual essa geração já se acostumou: falta de compromisso. A luta pagã pela liberdade descompromissada produziu uma geração INADIMPLENTE e INCONSTANTE. O resultado pode ser visto no mercado, nas famílias e até nas igrejas.
A falta de compromisso passou a fazer parte da cultura brasileira de tal modo que até cristãos se acostumaram a desistir facilmente de seus compromissos. As pessoas não se incomodam mais em deixar de pagar a escola, mesmo sabendo que o salário dos professores depende disso; as pessoas não dão mais valor aos votos, e, por isso, o divórcio está em alta; as pessoas fazem promessas perante Deus e seu povo, mas abandonam a igreja por qualquer razão. A palavra do homem não vale mais nada, pois o que é prometido hoje é desfeito amanhã sem qualquer peso na consciência, porque “não há temor de Deus diante de seus olhos” (Rm.3.18).
Contudo, Deus não se agrada do “homem de ânimo dobre, inconstante em todos os seus caminhos” (Tg.1.8). A palavra é importante para Deus e vale como assinatura de um contrato, por isso “digo-vos que de toda palavra frívola que proferirem os homens, dela darão conta no Dia do Juízo” (Mt.12.36). Você não pode dar sua palavra para as pessoas e depois desistir, mesmo que seja sobre algo simples ou lhe dê algum prejuízo, pois a inconstância não procede de Deus, mas da carne: “Seja, porém, a tua palavra: Sim, sim; não, não. O que disto passar vem do maligno” (Mt.5.37).
Portanto, a forma correta de agir é pensar antes de prometer (Ec.5.5). Se você fez um contrato com uma instituição, então cumpra o contrato. Se você deu sua palavra que iria para um passeio, então cumpra sua palavra. Não importa quão bobo pareça ser o assunto, o importante é que você cumpra sua palavra. Precisamos resgatar o valor da palavra, e a igreja deve ser a primeira a dar exemplo. Então, cumpra seus compromissos, mesmo que você sofra algum dano, pois devemos ser fiéis em todo falar e proceder, assim como Deus é fiel à Sua Palavra em tudo que Ele diz (Sl.15.4).
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A associação entre sofrimento e pecado é tão antiga quanto à queda do homem (Gn.3.16-17). Contudo, a Escritura revela paulatinamente que em um mundo que “jaz no maligno” (1Jo.5.19) tal associação nem sempre é verdadeira. O livro de Jó defende essa tese, comprovando, em seu personagem principal, que o sofrimento cumpre propósitos que estão muito acima de um castigo, pois Jó era homem íntegro e reto (Jó.1-2).
Em João 11, Jesus é glorificado por meio da morte de um grande amigo o qual Ele amava (Jo.11.3). Cristo amava seu amigo Lázaro, mas o deixou sofrer uma doença até a morte, como ovelha indo ao matadouro (Sl.44.22), a fim de que um grande sinal fosse operado nele, revelando a glória do Filho de Deus ao mundo (Jo.11.4//43-45). Ao ver o sofrimento da igreja, o mundo pode não entender o amor do Senhor por seu povo, mas Deus separou o melhor para aqueles que Ele ama, pois “bem-aventurados sois quando, por minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus” (Mt.5.11-12).
Portanto, ao dizer: “eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6.8), você deve estar pronto, também, para sofrer como instrumento para a glória do Senhor (Lc.14.25-35). Não tenha medo das tribulações, nem se desespere em meio às angustias, pois Deus é glorificado naqueles que Ele ama. Para que uma semente cresça e dê fruto ela precisa, primeiramente, morrer; e para que o metal ganhe belas formas artísticas, ele precisa passar pelo fogo e ser batido até o desenho estar pronto. Quando tiver que sofrer por Cristo, lembre-se que haverá grande recompensa aguardando-o no novo céu e nova terra (Mt.5.11-12).
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Nunca pare de caminhar! Enquanto nos movemos, o corpo se aquece contra o frio ameaçador. Mas, quando paramos, somos dominados pelo clima gélido, e, congelados, desistimos da jornada. O pecado tornou o mundo hostil e a vida árida. Por isso, é necessário desbravar os caminhos da vida com perseverança. Assim, os personagens das Escrituras Sagradas lutaram persistentemente contra as intempéries da vida (Hb.11). E, apesar das muitas adversidades, eles não desistiram, porque aguardavam “a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb.11.10).
Quando estávamos “sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Ef.2.12), vivíamos apenas de sonhos, a fim de alimentar alguma esperança na vida. Mas, quando Cristo nos tornou novas criaturas (2Co.5.17), trocamos os sonhos por promessas reais pelas quais vivemos alegremente, pois a fé não é um salto no escuro, mas “a certeza de coisas que se esperam” (Hb.11.1).
Portanto, nunca desista! Mesmo que tudo lhe seja contrário, continue confiando nas promessas do Senhor (Hb.10.23); mesmo que as ondas bravias pareçam intransponíveis, continue esperando na salvação de Jesus (Sl.42.11); e, ainda que não vejas mais saída, lembre-se que nossa fé está firmada nas fiéis promessas daquele que entregou o próprio Filho para nos salvar (Hc.3.17-19). Afinal, “aquele que não poupou o seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” (Rm.8.32).
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A qual terreno da parábola do semeador você se assemelha? (Mt.13) Mesmo que você não saiba dizer, suas atitudes falarão por você.
Observe, pela leitura da parábola, que há muitos terrenos inúteis, mas um só campo fértil, pois “muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt.22.14). De forma semelhante, há muitas estradas para a perdição, mas um só caminho para se produzir frutos para Deus: Cristo.
O homem de coração duro só produz o que lhe apraz e só faz o que é bom a seus olhos, por isso só permanece entre o povo de Deus enquanto a igreja lhe der lucro. Por essa razão, rejeita a correção do Senhor e despreza o chamado para servir a Deus, pois não tem em seu coração a alegria da salvação.
Contudo, aquele que conheceu verdadeiramente a Cristo, sabe que "enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e desesperadamente corrupto" (Jr.17.9). Certo disso, não se deixa enganar pelas ilusões do mundo nem se guia pelas vontades do coração, pois os frutos da Santa Semente não são comida nem bebida e nem sempre estão presentes numa vida tranquila.
Portanto, olhe para sua vida, ainda hoje, e veja se encontra nela frutos que glorifiquem a Deus. Para que você produza-os é necessário deixar de viver para si e entregar seu coração àquele que pode transformá-lo de glória em glória (2Co.3.18). Nas mãos do Senhor você será regado e adubado diariamente por meio do Espírito Santo e ecoar da Escritura ao seu coração (Jo.15.2). E, bem cuidado, você produzirá os frutos de justiça que manifestarão ao mundo a glória de Jesus (Rm.14.17; 2Co.9.10).
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Os filhos do sumo sacerdote Eli eram maus perante o Senhor e faziam pouco caso dos mandamentos de Deus, conduzindo o povo ao pecado (1Sm.2.12-17). Contudo, mesmo sabendo do mau comportamento de seus filhos, Eli não os corrigia nem os expulsou do ofício sacerdotal. Por isso, Deus enviou um profeta para anunciar seu castigo à família sacerdotal, de forma que Eli e seus dois filhos morreriam no mesmo dia, e sua linhagem sacerdotal seria cortada de diante de Deus, pois, disse o Senhor: “aos que me honram, honrarei, porem os que me desprezam serão desmerecidos” (1Sm.2.30).
O cristianismo de nossos dias não tem honrado a Deus. A graça do Senhor foi barateada, e em nome da liberdade os mandamentos são quebrados; honra-se o Senhor com lábios, mas o coração é mantido longe de Cristo, “ensinando doutrinas que são preceitos de homens” (Mt.15.8-9). Nosso povo peca por falta de conhecimento, e os aproveitadores desviam a igreja do reto caminho. O mundo abre seu comércio no “dia do Senhor” e nós o frequentamos; os pagãos acendem a fogueira e nela assamos nosso milho; o cinema produz sua imoralidade e nós assistimos; os falsos profetas proclamam mentiras e nós dizemos amém; os pecadores formam uma roda de escarnecedores e nós sentamos nela; o mercado faz do dinheiro seu ídolo e nós o adoramos; os “pop stars” proclamam sua glória e nós a tributamos-lhes; as feministas falam alto suas arrogâncias e nós nos curvamos diante delas. Nosso povo tem desonrado a Deus, tornando-se sem valor e insípido. Agora, resta-nos perguntar: “com lhe restaurar o sabor?” (Mt.5.13).
Até quando essa geração desprezará a Deus? Até quando sentirá vergonha do Criador? Até quando trabalhará por dinheiro, mas não se esforçará pelo pão da vida? O fim da era cristã gentílica representa a queda do cristianismo. Deus está vindo com ira sobre o mundo, pois este rejeita a correção de Deus e despreza a Palavra do Senhor. Os líderes amam mais a glória dos homens que a glória de Deus, e fazem da ignorância do povo o ópio para dominá-lo. O mundo tem zombado do Senhor, lutando contra sua Palavra e destruindo seus valores, e ainda pagamos-lhe ingresso para ouvir as blasfêmias. Deus está indignado contra essa geração, por isso deve ecoar as palavras do profeta: “Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o SENHOR é quem fala: Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim” (Is.1.2).
Há somente uma esperança para essa geração: completa entrega a CRISTO. Portanto, rasgai o coração na presença do Senhor e honrai seu glorioso NOME; adorai a Deus não apenas com vozes dominicais, mas erguei as mãos para servi-lo com todo seu ser; esforçai-vos pelo conhecimento, não por mentiras que promovem status, mas pela Verdade que provém do Senhor; correi ligeiro e empenhai-vos em trabalhar, não pelo dinheiro do mundo, mas pela glória incorruptível de Jesus; deixai todo orgulho e hipocrisia, a fim de servirdes uns aos outros em amor puro e sincero, alicerçados na Palavra de Deus; erguei vozes protestantes contra os desrespeitos do mundo, e retirai-vos da roda dos escarnecedores; sede sal da terra, oferecendo ao Senhor razão para preservar a vida no mundo, e iluminai os povos com a luz da Palavra, para que os pecadores repousem em Cristo, nosso porto seguro. “Afligi-vos, lamentai e chorai. Converta-se o vosso riso em pranto, e a vossa alegria, em tristeza. Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará.” (Tg.4.9-10). Somente assim, honrareis ao Senhor e Ele vos honrará; glorificá-lo-eis e, então, Ele vos dará sua graciosa benção.
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A excelência da mordomia cristã não se expressa em usar bem a vida para si mesmo, mas em fazer dela um belo instrumento, a fim de servir ao próximo, para o inteiro agrado de Deus.
Talvez, você esteja aproveitando bem o tempo, não o desperdiçando com besteiras; ou, talvez você esteja sabendo gastar seu dinheiro só com o necessário; ou, talvez você seja cuidadoso com seus bens, não os deixando se estragar; ou, talvez você seja esforçado, trabalhando e estudando bem, dia a dia; ou, ainda, cuidando da natureza para que ninguém a destrua. Tudo isso é muito bom, contudo, como disse Jesus ao jovem rico, “uma coisa ainda te falta” (Lc.18.22): fazer tudo isso para o bem do próximo, com o fim de glorificar a Deus.
Paulo nos ensina que o bom uso de nossas faculdades e bens vai além da subsistência, de forma que “aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as próprias mãos o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado.” (Ef.4.28). Consequentemente, o bom mordomo não é aquele que tem dinheiro na poupança, porque soube economizar, mas aquele que geriu bem o que tinha, a fim de empregar seus bens no auxílio dos necessitados.
Portanto, se você deseja ser fiel mordomo do Senhor, administre tudo que Deus lhe deu com o propósito de ser bênção, mostrando para o mundo quão bom é o Senhor que nos concedeu tudo o que é necessário para que tenhamos vida comum em abundância; e, ainda, nos outorgou o privilégio de ser úteis em suas mãos, abençoando uns aos outros com o bom uso de sua criação.
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Não viva como se dependesse do que o mundo produz para se sentir feliz no dia a dia. Você não precisa das coisas horríveis que estão reproduzindo na TV; nem da moda vulgar presente nas ruas; nem das conversas, piadas e brincadeiras imorais; nem de qualquer expressão cultural pecaminosa. Cristo nos libertou do império das trevas (Cl.1.13) para que não mais sentíssemos necessidade dele. Agora, o Senhor é a fonte de toda nossa felicidade, e tudo o que precisamos para alegrar o coração podemos encontrar NELE, pois DELE provém à alegria da salvação. Por meio de Jesus, somos abençoados com a família (Pv.19.14; Sl.128) e a comunhão dos santos (Sl.133; Ef.2.19), com os quais dividimos alegrias e tristezas, e fazemos de simples momentos os mais agradáveis da vida.
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Olhando para a atual conjuntura moral de nosso país, marcado por homens incapazes de liderar uma família e repleto de personagens afeminados, fico imaginando a vergonha que a nação sofreria caso precisasse entrar numa guerra. Um país necessita de valentes prontos para lutar, defender e liderar a pátria. Pois, qualquer nação se homens de verdade está fadada à vergonha e a ruína completa.
Cristo é o restaurador do homem, e, a partir deste, o transformador da nação. NELE, o homem encontra a verdadeira virilidade e se torna apto a morrer por Jesus, se necessário. NELE, o jovem aprende a conduzir o lar na Palavra de Deus e liderar a nação na Verdade, justiça e amor. NELE, a geração encontra honra e dignidade, vivendo os valores do Reino de Deus, para a glória do Senhor.
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Ouvi, recentemente, um sermão de um pastor bastante conhecido e adorado pelo povo evangélico. Ele realmente fala bem, utilizando-se da retórica com excelência. Contudo, apesar da estética da homilia, detectei um grande problema: o sermão estava com muitos erros de interpretação, redundando numa teologia equivocada e aplicações desconexas do verdadeiro ensino da Escritura.
Então, parei para pensar um pouco sobre o assunto e vi que a fama e a retórica se tornaram mais importantes do que a Verdade, pois é por meio delas que o povo vibra e aclama o homem; e, por isso, tantos se esforçam para obtê-las. Fiquei triste por um tempo, com o presente cenário. E, por fim, tomei a importante decisão de sair de cena, porque se algum nome tem que aparecer no teatro da vida, este NOME é JESUS.
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GERAÇÃO CLIENTE
Considero que essa é a expressão que melhor adjetiva o evangelicalismo vigente. Por um lado, as igrejas estão “brigando” para “vender seu produto” com o propósito de conseguir o maior número de “clientes” possível. Para isso, o ano é dividido em eventos com o fim de atrair a clientela. Nomes modernos são adotados para agradar os clientes mais novos; a arquitetura e ornamentação são adequadas ao gosto pós-moderno; um enorme esforço é gasto para tornar a igreja mais atraente ao mundo; e, qualquer ideia que possa atrair pessoas é considerada útil para os caçadores de “clientes”.
Por outro lado, os “novos crentes” se sentem como verdadeiros clientes do ramo religioso, prontos para escolher o lugar que melhor lhes agradar. Ao aderirem a carteirinha de sócio de uma “igreja”, a geração cliente se sente no direito de ter seus desejos satisfeitos, afinal “o cliente tem sempre razão”. Se algo não ocorre de acordo com o gosto da geração cliente, então a igreja é abandonada e substituída por outra que possa satisfazer seus anseios. Por esta razão, o culto foi transformado em show; as igrejas em comunidades; as músicas são focadas no homem; e, o pregador fala bonito enquanto massageia o ego da clientela.
Não faça parte dessa geração cliente, afinal Deus não é comerciante, mas SENHOR de nossas vidas. Lembre-se que as ovelhas de Cristo sempre ouvem a voz do Senhor Jesus chamando-as para andar humildemente em sua presença (Jo.10.27). São essas que a si mesmo se negam, tomam a cruz e seguem após o Senhor Jesus (Mt.16.24); sempre dispostas a obedecer e fazer tudo o que lhe agrada. As verdadeiras ovelhas de Jesus não precisam de subterfúgios para permanecer firmes na fé, pois o Espírito do Senhor as sustenta (Jo.10.29). Não precisam de show pirotécnico nem apelações nem barganhas ou chantagens, pois Cristo lhes é suficiente, sendo ELE mesmo o maior deleite da vida delas. Portanto, purifiquemos a igreja, voltemos ao evangelho e recuperemos a beleza, pureza e singeleza de uma vida guiada somente pela Palavra e Espírito de Deus, para que Cristo seja sempre suficiente para sua igreja.
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AME A IGREJA DE JESUS
Quando gostamos de nossa casa, cuidamos bem dela. As mulheres enfeitam, limpam e zelam. Os homens reparam, reformam e cuidam. Quando gostamos de nossos amigos, cuidamos deles e buscamos estar o mais próximo possível, pois eles nos trazem satisfação e gostamos de partilhar os momentos da vida, alegres ou tristes, com eles. Então, você está cuidando da igreja de Jesus? Você tem prazer em estar junto aos irmãos?
De forma semelhante, devemos amar e cuidar da igreja. E por mais que devamos zelar pelo prédio que viabiliza nossas reuniões, encontros e cultos, a verdade é que devemos cuidar da igreja quanto povo de Deus. Você deveria ter mais zelo com o Templo de Deus que é a igreja de Jesus, formada de “pedras que vivem” (1Pe.2.5). Você deveria ajudar a fortalecer o fraco, animar o abatido, levantar o caído e ensinar ao neófito. Você deveria ter prazer em estar com os irmãos, auxiliar nos trabalhos, participar dos encontros, ajudar no bom funcionamento de tudo (1Co.12). A igreja precisa do amor e do cuidado de todos. Não é assim que agem os que amam a igreja de Jesus?
Quando o pai de família zela pela casa, sozinho, enquanto os filhos não se preocupam com nada, o trabalho se torna exaustivo, e todo esforço é desperdiçado. Por mais que ele faça reparos na casa e tente aperfeiçoá-la, os filhos desfarão tudo, levando a perder o trabalho, pois eles não se importam com a própria casa nem tem zelo pelo lar. Quando o pai quer ver a família reunida, mas os filhos preferem estar em outro lugar, então os encontros perdem o brilho, e, mesmo que estejam lado a lado, não haverá comunhão nem alegria, pois não há amor nem contentamento mútuo. O esforço para manter a família em comunhão será em vão, pois a presença dos filhos não será traduzida em satisfação.
Você se acostumou a ver a igreja como entidade religiosa apenas. Você não vê a igreja como sua família, sua casa, seu povo (1Pe.2.9). Por isso, você não cuida dela nem tem satisfação em estar com os irmãos, abandonando-a ao menor sinal de descontentamento. O mundo é sempre mais atraente que os cultos o Senhor, qualquer lugar parece-lhe ser melhor do que os encontros com os irmãos, e qualquer razão é suficiente para se falar mal da igreja, do pastor, de tudo. Contudo, quando Jesus voltar, ele buscará aqueles que, apesar de falhos, se mantiveram firmes no Senhor, cuidando da igreja conforme Ele mesmo nos mandou em sua Palavra, pois aqueles que cuidam da igreja estão cuidando de Jesus, como Ele nos disse: “Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes” (Mt.25.40).
Portanto, em vez de achar que você tem alguma razão que justifique sua falta de interesse pela igreja, comece a se comportar como um cristão de verdade, amando e cuidando de sua própria casa que é a igreja, chamada de “família de Deus” (Ef.2.19). Tenha certeza de que o Espírito de Deus não nos afasta de sua igreja nem coloca em nossos lábios a maledicência contra ela nem nos conduz à indiferença ao povo de Deus. Tudo isso vem da carne e procede do maligno (Cl.3.8). Quando estamos cheios do Espírito Santo, somos atraídos ao povo de Deus no qual o Senhor manifesta sua graça e glória, prontificando-nos a oferecer “não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida” (1Ts.2.8) pelos irmãos que Deus nos deu.
Sendo assim: “Se há, pois, alguma exortação em Cristo, alguma consolação de amor, alguma comunhão do Espírito, se há entranhados afetos e misericórdias, completai a minha alegria, de modo que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, sejais unidos de alma, tendo o mesmo sentimento. Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.” (Fp.2.1-4)
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Da costela do homem, Deus fez uma linda mulher para que fosse benção para seu marido e compartilhasse com ele toda a vida, adornando seu lar com beleza, perfumando sua casa com pura feminilidade, sendo cuidada com amor, sustentada com graça e ensinada na Palavra de Deus por meio do esposo (Gn.2.18-25).
Satanás enganou a mulher e, desde então, tenta deformá-la, inculcando-lhe que deve ser igual ao homem, esvaziando-a de valores e propósito, tornando-a maldição para o marido, fazendo-a pedra de tropeço para os próprios filhos, pois com as próprias mãos ela destrói seu lar (Pv.14.1).
Contudo, Jesus pode restaurar a feminilidade da mulher, fazendo-a retornar aos propósitos de Deus, a fim de que volte a demonstrar beleza e exalar bom perfume dentro do lar; e, consequentemente, desfrute de plena realização familiar na presença daquele que tudo faz muito bom para sua glória (Ef.5.22-31; 1Pe.3.1-7).
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A DERROTA DA GUERRA DENOMINACIONAL
O denominacionalismo apaixonado de nossos dias está esquartejando o cristianismo, dilacerando sua alma. A vergonha da guerra civil cristã é tão grande que os mais “espirituais” torcem para ver a queda de homens de Deus, simplesmente pelo fato de não concordarem com alguma coisa. Mas, será que existe algum vitorioso nessa guerra denominacional? Sim, existe: Satanás.
O cristianismo lutou pela preservação da comunhão e unidade, fundamentada na Verdade, durante séculos, promovendo Concílios Ecumênicos que visavam resolver problemas teológicos para que houvesse uma só doutrina em toda a irmandade. Afinal, não foram doze as igrejas deixadas por Cristo, mas uma só. Os apóstolos deveriam por o fundamento, que é Cristo, para que a igreja fosse erguida sobre Ele, e andasse unida aguardando a volta de Jesus. As diferenças dos discípulos deveriam ser trabalhadas e contidas por meio do amor derramado pelo Espírito do Senhor no coração da igreja, e, assim, eles dariam fiel testemunho de que Jesus estava no meio de seu povo (Jo.13.34-35). Contudo, o amor a si mesmo está sobrepondo o amor de Cristo em nosso coração, pois deveríamos considerar “cada um os outros superiores a si mesmo” (Fp.2.3), amando uns aos outros como Cristo nos amou (Jo.13.34-35), esforçando-nos “diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (Ef.4.3).
Mas, ao contrário disso, o cristianismo vigente luta pela diferença; se esforça para haver separação; briga por qualquer razão; busca apenas status e prestígios pessoais; e, não se importa nem um pouco com respeito às diferenças doutrinárias. A Palavra do Senhor nos diz que “o só existir entre vós demandas já é completa derrota para vós outros.” (1Co.6.7). Satanás conseguiu êxito em sua investida para nos dividir. Jesus havia avisado que “todo reino dividido contra si mesmo ficará deserto, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mt.12.25). Desta forma, o único vitorioso na guerra entre denominações é Satanás, pois a divisão do cristianismo o enfraquece, tornando-o incapaz de lutar contra o mundo que o assedia diariamente. Satanás encheu o coração dos cristãos, incluindo líderes, com orgulho, e este orgulho está matando a igreja de Jesus. O cristianismo está caindo, e quem o está derrubando é o próprio cristão de nossos dias.
Portanto, ORE, CLAME e CHORE para que Deus una seu povo outra vez, fortalecendo o cristianismo por meio da perseverança na “doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações” (At.2.42), a fim de que preservemos a unidade firmada na Verdade. Precisamos lutar contra nossos reais inimigos: a carne, o mundo e o diabo (Ef.2.2-4), pois Satanás usará toda artimanha possível para destruir a igreja de Jesus. E caso você não tenha cuidado, poderá ser encontrado lutando contra o próprio Deus, ao ser instrumento do diabo para dividir, enfraquecer e destruir a igreja de Cristo; sabendo que “se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá” (1Co.3.17).
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A arte pós-moderna é obscura e estranha porque a sociedade relativizou o conceito de belo, tornando o homem seu referencial. Contudo, belo não é aquilo que agrada à individualidade do ser humano, mas o que revela a beleza da glória de Deus que tudo criou para manifestar o esplendor de Seu Ser e a perfeição de Suas obras. Por isso, o sol mostra o fulgor da glória do Senhor e a beleza de seu resplendor; a vastidão do universo demonstra a grandeza imensurável de Seu Ser; a imensidão do mar nos lembra quão inescrutável e insondável é a mente de Deus; e a fragilidade dos pássaros aponta para o constante cuidado divino por Sua criação tão dependente do Criador.
E por mais encantadora que seja a criação, ela serve de moldura para a mais bela obra de arte de Deus, sua obra prima: a redenção em Cristo Jesus. Desta forma, a vida cristã manifesta a beleza da santidade do Senhor, pois seu propósito é refletir a glória de nosso Salvador. Portanto, mais do que agradável à vista do homem, a vida cristã deve apontar para a perfeição dos atributos de Deus, revelando ao mundo a glória de Cristo e Seu tão grande amor, a fim de que todos o glorifiquem ao olhar para nossa vida redimida e transformada pelo poder do Senhor.
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O frenesi da academia atual criou uma geração que se vê obrigada a escrever, publicar e palestrar com o objetivo de adquirir status perante a sociedade. Assim, a corrida do ouro literária tem produzido uma grande quantidade de livros e artigos que servem apenas para massagear o ego de seus escritores, pois nem veiculam a Verdade com excelência nem foram forjados com a motivação correta, servindo apenas para alimentar a paranoia intelectual de nossos dias.
Portanto, faça seu melhor em tudo, mas faça-o para glorificar a Deus e servir ao próximo, apontando Cristo Jesus aos pecadores, pois tudo que somos e temos provêm de Deus, e “a manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso” (1Co.12.7). Não deixe que o mundo acadêmico hedonista determine suas ações, tirando a paz de sua mente enquanto alimenta o orgulho próprio. Sirva a Cristo em paz, guiado tão somente pela Palavra e Espírito de Deus. Afinal, poucas palavras sábias ditas para a glória de Deus valem mais que mil palavras quaisquer de uma logorreia narcisista.
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Estamos vivendo dias de crise generalizada, pois tanto a política quanto a economia, segurança e a cultura, além da espiritualidade, estão em decadência. Tudo isso serve para mostrar que a inteligência humana não é suficiente para garantir um futuro de vida e paz, e que a “independência” do homem não é o caminho para a prosperidade da sociedade. Contudo, há muito tempo a Escritura já nos havia advertido que “se o SENHOR não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam; se o SENHOR não guardar a cidade em vão vigia a sentinela” (Sl.127.1).
Mas, de quem é a culpa da decadência social? Não adianta culpar a política, somente, pois há muito mais pessoas responsáveis pelo que estamos vivendo hoje. De um lado, o homem, desde a modernidade, está rejeitando a Palavra de Deus, a fim de viver segundo seu próprio coração “desesperadamente corrupto” (Jr.17.9). De outro lado, os cristãos deixaram de salgar a terra e iluminar o mundo (Mt.5.13-16), abandonando a responsabilidade com a política, a educação e a cultura em geral para viverem escondidos entre quatro paredes que chamam de igreja. Hoje, em vez de iluminar o mundo, cristãos direcionam holofotes para “pop stars” que enchem denominações com a própria imagem, atraindo discípulos que em vez de lutar por Cristo, brigam contra outros cristãos para defender seus ídolos famosos.
É preciso voltar o coração para o Senhor (Jr.3.22-25). Quando Israel sofria males político, econômicos, morais e espirituais, Deus não elegia um novo governante nem aumentava o número de guardas na cidade nem mudava o ministro da fazenda nem exaltava a imagem do sumo sacerdote. Nas crises da nação, Deus enviava profetas para anunciarem a Palavra do Senhor por meio do poder do Espírito Santo, porque a causa dos meles era o pecado do povo que desprezava seu Deus (1Rs.8.22-53), pois somente “no SENHOR, nosso Deus, está a salvação” (Jr.3.23).
Portanto, “não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação” (Sl.146.3), pois a solução para nosso país não está nas mãos de homens, mas na graça que Deus pode dispensar sobre nós. Igreja, dobrai os joelhos e clamai ao Senhor, “humilhai-vos sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte,” (1Pe.5.6), pois da mesma forma como o Senhor “inclina o coração do Rei” para onde quer (Pv.21.1), somente Deus podo mudar o coração dessa geração (Lm.5.21), para que os homens se arrependam de seus muitos pecados. Só Deus pode fazer de ladrões, homens trabalhadores e honestos; e, de prostitutas, alegres e fieis mulheres de família. Só Jesus pode trazer paz para nosso povo e vida para nossa nação.
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Sem querer desprezar o caráter técnico-gráfico da abertura das Olimpíadas, pergunto: É possível chamar de lindo um evento que exalta o paganismo ateísta feminista, naturalista e evolucionista, sabendo que este afronta diretamente a Deus, negando sua existência, domínio e glória?
Os cristãos deveriam ser mais críticos com respeito a tudo o que veem e ouvem, pois nada que ofende a glória de Deus pode ser chamado de bonito, afinal o belo tem em Deus seu referencial, de forma que somente o que glorifica ao Criador deve ser admirado com satisfação por aqueles que creem e amam a Cristo.
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“Os opressores do meu povo são crianças, e mulheres estão à testa do seu governo. Oh! Povo meu! Os que te guiam te enganam e destroem o caminho por onde deves seguir” (Is.3.12).
Ah! Como foram tristes aqueles dias. Israel sucumbiu ao pecado e trilhou longa jornada longe do Senhor. Deus mandou muitos profetas para trazer o povo de volta à Verdade, mas a nação desprezou seu Deus, e, então, recebeu justos e terríveis castigos. Dentre esses castigos, estava a desarmonia social. Homens abandonaram a responsabilidade da liderança familiar, social e religiosa; mulheres dominavam e oprimiam o povo, engordando a custas dos mais pobres, como vacas de Basã (Am.4.1). As crianças se tornaram incontroláveis, maltratando a família, matando os próprios pais. O cenário de Israel, nos dias do profeta Isaías, se parecia muito com nosso contexto, pois o mesmo triste fenômeno está se repetido em nossos dias. Por isso, não é estranho encontrarmos os mesmos sinais de juízo divino contra a presente geração.
Feminismo, homossexualismo, alto índice de violência, prostituição desenfreada, direitos humanos pervertidos, inversão de todos os valores absolutos são sinais do juízo do Senhor contra essa geração, pois “Deus entregou tais homens à imundícia” e “a uma disposição mental reprovável”, “pelas concupiscência de seu próprio coração, para desonrarem o seu corpo entre si” e “praticarem coisas inconvenientes” (Rm.1.24,28). Homens abandonam o posto de líder; mulheres agem como “vadias” descontroladas querendo dominar sobre tudo e todos, espalhando mentiras e propagando toda sorte de imoralidade; crianças dominam sobre pais que não sabem como “controla-las”; a sociedade está infantilizada, e o fenômeno social chamado de adolescência perpassa os trinta anos de idade, produzindo uma geração irresponsável e despropositada que faz do ventre seu deus, dizendo sempre: “comamos e bebamos, que amanhã morreremos” (Is.22.13).
Não adianta fingir que há paz, pois não há paz (Is.48.22; Jr.6.14). A igreja deve assumir seu posto no campo de batalha e lutar para que esse quadro desolador mude. Por isso, precisamos orar muito; encher as reuniões de oração de nossas igrejas, a fim de clamarmos juntos ao Senhor, para que Ele intervenha em nosso favor. O cristão precisa assumir seu papel, disposto a pagar o preço de proclamar a Verdade, a sociedade goste ou não. Pastores terão que parar de se esconder atrás do conforto do púlpito; parar de falar com voz doce, massageando o ego do povo; parar de buscar status e glória, fazendo programações que atraem os holofotes para si; parar de querer se carismático, agradando todo mundo. Um preço precisa ser pago, pois é impossível voltar da guerra sem trazer no corpo as marcas da árdua batalha (Gl.6.17). Aqueles que pregam a Verdade sempre terão muitos inimigos, pois a Verdade sempre ofenderá os filhos das trevas, pois assim ocorreu com todos os profetas, apostolo e com o Senhor Jesus, maltratados e mortos por causa da Palavra de Deus (Hb.11).
Uma guerra está sendo travada, e não existe nação neutra, pois disse Jesus: “quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha” (Mt.12.30). Portanto, você não tem como fugir da escolha entre lutar a favor ou contra o Senhor da glória. Você precisa decidir de que lado está, e, caso esteja certo de que crê e ama ao Senhor Jesus, vestir-se com a armadura de Deus (Ef.6.10-18), a fim de lutar com as armas que nos foram confiadas pelo Senhor dos Exércitos: A fé e a Palavra. A igreja deve combater “o bom combate da fé” (1Tm.6.12) em universidades, empresas privadas, repartições públicas, praças, ruas, praias, casas etc. Por meio de seu exército, Deus libertará muitas vidas e condenará outras tantas, findando, um dia, a guerra, com o triunfo do Senhor Jesus sobre o mundo e Satanás (Ap.20.7-15). Desta forma, tenha ânimo e coragem para batalhar pela fé que nos foi entregue (Jd.3), porque os “covardes” não têm parte no Reino de Deus (Ap.21.8) nem os indecisos agradam ao Senhor Jesus (Ap.3.16), pois, disse Jesus: “se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á” (Mt.16.24-25).
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O caminho para a valorização da mulher não é o feminismo, mas o puro cristianismo. O feminismo luta por “direitos” egoístas das mulheres, ignorando a importância de seu papel dentro da família e da sociedade; o feminismo busca a supervalorização do feminino desqualificando o masculino. No feminismo não há certo ou errado, somente a vontade humana que deve ser atendida a qualquer custo; o feminismo grita contra Deus em alto e bom som: “rompamos os seus laços e sacudamos de nós as suas algemas” (Sl.2.3), lutando contra toda estipulação divina. No mundo feminista a sociedade vive uma série de contradições doentias, com gestantes que lutam pelo direito ao aborto enquanto a criança no ventre delas não tem o direito à vida.
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Há uma diferença, extremamente significativa, entre contemplar o Criador e ter comunhão com o Pai celeste. De longe, apenas contemplando, os homens têm vagas impressões sobre Deus, semelhante às multidões que não sabiam quem era Jesus, mesmo presenciando seus milagres (Mt.16.13-14). Contudo, andando com o Senhor, recebemos o verdadeiro conhecimento de seu Ser e a correta compreensão de sua obra, pois é nessa caminhada que a Palavra de Deus é descortinada ao nosso coração, por meio do íntimo testemunho do Espírito Santo que nos envolve com terno amor e graça, desvendando-nos os mistérios revelados na Escritura Sagrada (Sl.25.14; Mt.16.15-17). Portanto, só quem anda com Deus sabe quem Ele realmente é e quanto ama cada filho seu.
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AMOR que finge não é amor, é cinismo.
AMOR sem a Verdade não é amor, é engano.
AMOR que maldiz não é amor, é hipocrisia.
AMOR sem bondade não é amor, é impudência.

Sem CRISTO, não há AMOR, pois dEle emana o verdadeiro e perfeito AMOR. Os romances demostram respingos de sua glória e beleza, mas seus atributos só podem ser plenamente conhecidos na cruz do Calvário, pois, nela, CRISTO manifestou que o AMOR reside nEle, santo, justo e verdadeiro, misericordioso, abnegado e bom.
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Cristo é o propósito de toda a Escritura! Desta forma, não devemos olhar para os contextos históricos dos livros Sagrados como se fossem o coração das profecias. Eles servem de moldura para o cerne dos livros que têm como propósito apontar para o Dia de Cristo, quando o Senhor Jesus seria manifesto e glorificado, cumprindo nossa redenção.
Devemos lembrar que as molduras são como setas que apontam para o conteúdo, a obra de arte. Quando a moldura é mais atraente do que a pintura, ela rouba o foco que deveria estar sobre a arte. Portanto, não deixe que as molduras usadas por Deus para adornar sua mensagem ganhem mais atenção do que o coração da obra divina. Sem Cristo, os textos serão transformados em simples história ou mero moralismo, conduzindo o povo para uma religião sem coração.
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Quase todos os pecados do homem passam pela idolatria do coração que fabrica seus deuses a sua imagem e semelhança. Não é diferente com a política. Apesar da forte presença de ideologias pagãs entre diversos partidos como o PT, há muitos que se recusam a aceitar as evidências, a fim de lutarem contra os ideais que estão destruindo nosso povo. O problema se encontra na idolatria do coração que deposita sua esperança em homens pecadores e incapazes de salvar a nação (Sl.146.3-5). O mesmo ocorre com torcedores fanáticos de times de futebol.
Contudo, devemos lembrar aos “politicólatras” de qualquer partido, que Cristo é nosso único Senhor e libertador, para o qual entregamos nossa vida, e pelo qual lutamos com toda nossa força, dedicando todo nosso amor (Dt.6.5). Ao substituir a devoção única e total devida somente a Deus, o homem adere às mentiras do mundo, se iludindo com suas promessas. Mas, “ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro, ou se devotará a um e desprezará ao outro.” (Mt.6.24). Não podeis servir a Deus e aos partidos políticos do coração. Portanto, avaliai tudo sob o crivo da Escritura Sagrada!
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De que adianta alimentar-se bem, manter o corpo sempre hidratado, fazer exercícios físicos regulares e conservar uma vida saudável se o único indispensável para a vida for rejeitado?
Nada é tão indispensável à vida quanto o autor e sustentador dela: Jesus. Portanto, creia nele, ame-o, adore-o e sirva-o de todo seu coração, pois nas mãos dele está tanto tua vida presente quanto o destino futuro dela.
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Não pense que o mal tem sempre dois chifres e odor de enxofre. Ele é carismático quando quer (Mt.4.1-11) e fiel defensor da tolerância a tudo (1Rs.11.1-11; Jd.4; Ap.2.20), sempre enganando as multidões com sua aparente piedade (Gl.3.1; 2Tm.3.1-5), a fim de conseguir o maior número possível de discípulos.
Ele costuma se apresentar como defensor dos direitos humanos, protegendo toda forma de mal, encucando nas pessoas que elas são boas, merecedoras e que devem ser aceitas como são. Uma de suas mais fortes estratégias é a inversão de valores, tornando pejorativo o que é bom enquanto é intolerante com o bem.
Lembre-se que Absalão enganou seu pai, Davi, sorrindo para o povo de Israel (2Sm.15.1-6), e Judas traiu Jesus com um beijo em seu rosto. Portanto, julgai tudo pelo crivo das Escrituras Sagradas, sem confiar apenas na aparência nem se deixando levar pela falsa piedade de um mundo corrompido que dissimula sorrindo.
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O que você conversa com os amigos?
Não é adequado o hábito de algumas mulheres estarem compartilhando a intimidade pessoal do casal com as amigas, tornando o sexo um assunto vulgarizado, alimentando, assim, a vil curiosidade humana (Ef.5.4). Se Cristo não pode participar de suas conversas, então elas não são agradáveis a Deus. De forma semelhante, o cristão não deve ter prazer em falar da vida alheia, mostrando-se vazio de bons assuntos que possam edificar o outro. A fofoca demonstra falta de sabedoria, conteúdo, ocupação e amor, pois aqueles que a praticam não sabem administrar a língua, demonstrando falta de bom conhecimento para compartilhar, gastando tempo com futilidades enquanto maldiz o próximo. Paulo diz que essas pessoas são “tagarelas e intrigantes, falando o que não devem” (1Tm.5.13).
O Cristão deve abençoar as pessoas ao abrir sua boca, pois ao povo de Deus foi dada a Verdade. O cristão deve ter prazer no conhecimento de Deus, sempre louvando ao Senhor em seus diálogos, falando das maravilhas de nosso Salvador. Desta forma, as conversas cristãs devem ser instrumentos para a edificação mútua (Cl.3.16), a fim de amadurecer o próximo para toda boa obra; fortalecer o fraco na fé; consolar os que choram e compartilhar alegrias proporcionadas por Deus. São estas conversas que atraem os pecadores para Cristo, como importantes instrumentos para a salvação daqueles que não conhecem a Jesus. Conforme Paulo, a base da conversa cristã é a Palavra de Deus (Ef.5.19), a fim de que sejamos mestres do bem, abençoando o próximo com palavras de sabedoria, provenientes do Senhor (Tt.2.3-5). Portanto, saia de sua boca unicamente palavra "boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem" (Ef.4.29).
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O homem sempre tem um referencial que dá rumo a suas obras. Quando o referencial é o mal, caos e horror acompanham as obras humanas; quando o referencial é o próprio homem, orgulho, egoísmo, soberba, avareza, prostituição e outros pecados se mostram presentes naquilo que ele faz; mas, quando Cristo é o referencial do homem, suas obras são adornadas de beleza, pois são feitas em Deus que é justo e bom (Jo.3.21).
Portanto, Deus precisa ser o referencial permanente do ser humano, pois o juízo só é justo quando este é praticado para satisfazer a vontade do santo e justo Deus (Jo.5.30). Para que você viva e pratique o bem, Deus deve ser o referencial de suas obras, não apenas porque o Senhor recompensa os que o buscam, mas porque somente o que é feito nEle e para Ele é essencialmente bom e alcança o propósito da vida humana.
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Se todo filho tivesse um pai que o educasse com firmeza e amor, no bom Caminho, no Caminho do Senhor, não haveria tanta violência nas ruas nem tantos corruptos no Planalto Central. Portanto, seja um pai segundo a vontade de Deus, assumindo, em Cristo, a responsabilidade de educar os filhos na Palavra do Senhor, a fim de que, em Cristo, recebam a viva eterna e vivam para a glória de Deus, constituindo uma sociedade temente ao Senhor.
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O papel do líder não é formar seguidores de si mesmo, mas discípulos de Cristo. Os prosélitos aplaudem tudo que seus mestres dizem, quer seja bom ou ruim, contudo os discípulos de Cristo agem como bereianos (At.17.11), sempre avaliando tudo à luz da Palavra de Deus. Os prosélitos se orgulham de seus mestres e gabam-nos diante de outras pessoas, porém os discípulos de Jesus se alegram em Deus e amam toda a igreja do Senhor, pois Cristo lhes será sempre a única glória.
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O sucesso de um líder não é medido pela grande quantidade de seguidores, mas por aqueles que ele conduz à perseverança em Cristo Jesus (Gl.1.10; 1Ts.2.3-6). Os pecadores gostam de seguir outros pecadores, pois o coração se inclina naturalmente para a idolatria, sempre procurando alguém para constituir em seu “bezerro de ouro” (Ex.32.4; At.14.11-12), a fim de substituir a adoração ao Criador por venerações às criaturas. Esse fenômeno ocorre em toda a Terra envolvendo escritores, políticos, artistas e líderes religiosos, e, por isso, o Papa é seguido por milhares de pessoas que fazem dele seu deus. Os pecadores gostam de seguir, venerar e aplaudir outros pecadores, o que eles não gostam é ter que servir, amar e glorificar ao Senhor Jesus (Jo.5.43-44; Sl.2.2-3). Portanto, atrair pecadores para si mesmo é relativamente fácil; difícil é conduzi-los para Cristo.
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Quão santo é o NOME do Senhor, nosso Deus, para você? Lembro-me que em minha infância, alguns colegas gostavam de brincar com o nome da mãe dos demais, a fim de aborrecê-los. Uma simples brincadeira era capaz de provocar brigas entre amigos, caso envolvesse o nome da mãe de alguém. Tamanho era o zelo daquela geração pelo nome da família.
Qual o tamanho do zelo que um cristão deve ter pelo NOME do Senhor? Zelar pelo NOME do Senhor não é uma referência estrita ao Tetragrama (YHWH), mas uma alusão ao próprio Ser de Deus. Portanto, não devemos permitir que as pessoas tornem o sagrado em profano, vulgarizando a glória de Deus. Deus entregou sua Lei envolta de fortes trombetas e trovões, relâmpagos e tremores (Ex.19.16-18), a fim de mostrar ao povo quão temível é Deus, pois “o aspecto da glória do SENHOR era como um fogo consumidor no cimo do monte, aos olhos dos filhos de Israel” (Ex.24.17; Hb.12.29). Israel deveria temer e zelar pelo NOME do Senhor, como Jesus o faria posteriormente ao ser tomado por extremo zelo pela casa de oração (Jo.2.17).
O zelo cristão pelo Ser de Deus, e sua igreja, deve atrair a atenção do mundo, a fim de despertar as pessoas ao profundo respeito pelo NOME do Senhor. Isso não significa que o cristão não pode se divertir ou brincar, mas significa sim que deve fazê-lo na presença do Senhor. Portanto, nossa geração precisa ter mais cuidado com o NOME Santo de nosso Senhor, Criador e Deus. Não é conveniente vulgarizar o NOME do Senhor nem os assuntos relacionados a Ele, pois o mandamento do Senhor é claro: “Não tomarás o nome do SENHOR, teu Deus, em vão, porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.” (Ex.20.7). Por isso, não deixe que as pessoas zombem de Deus, tornando a glória de Deus motivo de ironias e chacotas.
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Se as pessoas portadoras do “dom” frenético e incontrolável da fofoca, tão dedicado a falar sobre a vida alheia, usassem a curiosidade desmedida para conhecer as Escrituras Sagradas, e utilizassem a língua solta para propagar o Evangelho da graça de Deus não precisaríamos de muitos missionários para alcançar o mundo, pois essas pessoas sozinhas conseguiriam evangelizar o planeta inteiro.
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Deus nos surpreende, diariamente, com seu tão grande amor, adornando-nos, em Cristo, com graça e misericórdia mesmo sem percebermos. Quando pensamos estar sós, suas obras manifestam sua presença silenciosa, trabalhando para aqueles que nEle esperam (Is.64.4), pois Ele nos ama e jamais nos desampara (Rm.8.31-39).
Que faremos diante de tudo isso? Proclamaremos a glória do Senhor, pois, quanto ao mais, Ele cuida de cada detalhe de nossa vida (Mt.6.33), livrando-nos dos inimigos de nossa alma e conduzindo-nos para sua glória, e até a morte de seus santos lhe é agradável (Sl.116.12-15). Quão bom é conhecer o amor de nosso Deus, afinal o amamos porque Ele nos amou primeiro (1Jo.4. 19).
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A cruz do Calvário é a certeza de que os sofrimentos da vida não são sinônimos de derrota nem os algozes deste mundo vencerão pela esperteza, pois foi na cruz que Jesus glorificou o Pai e, com sua morte, triunfou sobre seus inimigos, expondo publicamente a derrota deles (Cl.2.1-15).
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As redes sociais possibilitaram ampla lista de relacionamentos com pessoas de todos os lugares do mundo. Mas, ao mesmo tempo, os relacionamentos tornaram-se superficiais e distantes.
O livro de Provérbios adverte que ter muitos amigos não é tão bom quanto ter íntimos amigos, pois as relações tornam-se rasas (Pv.18.24); raramente presentes nos momentos mais difíceis da vida.
O bom mesmo é ter amigo "mais chegado do que um irmão" (Pv.18.24), com quem você possa abrir o coração, repartir momentos alegres, compartilhar tristezas e dividir pesos da vida. Portanto, ainda que tenhas muitos colegas, cultive aquelas poucas e boas amizades que tornam a vida mais leve, porque nos ajudam a carregá-la, em Cristo Jesus.
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Deus nos dá crianças para que as ajudemos a tornarem-se adultas, guiando-as a Cristo, por meio da Palavra do Senhor, confiando na eficácia do Espírito Santo. Portanto, pais, não tornem seus filhos eternas crianças. Antes, ajude-os a tornarem-se grandes homens e mulheres tementes a Deus.
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O mundo está vivendo dias de tamanha instabilidade emocional que as pessoas mostram-se incapazes de argumentar com a razão, sempre ofendendo tudo e todos contra os quais discordam, apelando com o fim de impor suas convicções do coração. Mas, ao cristão isso não é conveniente, pois a paz de Deus, "que excede todo entendimento" (Fp.4.7) guarda o coração confiante na Palavra do Senhor que não muda nem se abala. Portanto, "em tudo te dá por exemplo de boas obras; na doutrina mostra integridade, sobriedade, linguagem sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós." (Tg.2.7).
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A arte faleceu nas mãos da modernidade. Praticidade e pragmatismo fizeram-se cúmplices em um complô homicida, produzindo um mundo cinza, reto, seriado e confuso. A arquitetura perdeu suas curvas artísticas; refeições tornaram-se rápidas com toques artificiais; a música perdeu a qualidade do vinil; e, os sermões são produzidos em série, com mesma estrutura e voz, e, sem arte, não expõem o encanto da mais bela obra prima: O Evangelho de Cristo Jesus.
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“Combati o bom combate” (2Tm.4.7). É assim que todo pastor deve encerrar o ministério em uma igreja local, na certeza de que a graça de Deus esteve operando por intermédio de seu trabalho zeloso e fiel à Escritura Sagrada, de forma que possa dizer: “pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.” (1Co.15.10). Deste modo, o próximo pastor receberá uma igreja não perfeita, mas bem doutrinada, corrigida e exercitada em toda boa obra.
Contudo, não foi sem luta que Deus concedeu vitórias. Como Moisés, é preciso ser manso e humilde diante dos confrontos (Nm.12.3); como Josué, é necessário ser forte e corajoso para a batalha (Js.1.9); como Davi, deverá derrubar gigantes, para a glória de Deus (1Sm.17.45-47); como Salomão, deverá pedir sabedoria divina para realizar a obra (1Rs.3.7-9); como Josias, será necessário reformar a vida espiritual do povo de Deus (2Rs.22-23); como Jeremias, profetizará contra a vontade do povo, para mostrar-lhe seus pecados (Jr.15.20; 25.30); como Daniel, entrará muitas vezes na cova dos leões (Dn.6.16); e, como Paulo será muitas vezes abandonado em meio a obra do Senhor (2Tm.1.15; 4.16).
Em nossa partida, rogamos ao Senhor para que não deixe que outros destruam aquilo que fora construído sobre o alicerce da Palavra do Senhor, pois lobos vorazes surgirão no rebanho e farão da igreja sua fonte de lucro (At.20.29; 1Tm.6.3-5). Que os jovens combatentes apaixonados contra a corrupção nacional lutem, pelo menos, contra as injustiças na esfera eclesiástica. Pois, quanto a nós, temos a consciência limpa de que boa herança fora deixada: doutrina sadia de acordo com a Escritura; formação de uma boa biblioteca cristã para uso de todos; cultos centrados em Cristo, oferecidos congregacionalmente; cânticos de louvor ao Senhor focados na glória de Deus e examinados à luz da Escritura; adequação do colégio à cosmovisão cristã, funcionando com o Sistema Mackenzie de Ensino; pregação expositiva da Palavra de Deus; curso teológico focado na Escritura e acessível ao povo do Senhor; cultivo de uma vida comunitária sadia, fundamentada na Verdade; Prática do serviço ao próximo por meio do Mackenzie Voluntário; Formação do Coro Louvor que Renova; Fiel e imparcial administração da disciplina etc.
Agora, achando graça diante do Senhor, em Cristo Jesus, tendo vencido, pelo operar de Deus, cada desafio e obstáculo, seguimos para o exercício do ministério em Caxias do Sul, na certeza de que a boa obra realizada em Tambay também há de ser operada lá, para o louvor da glória do Senhor. Portanto, fazemos nossas as palavras do apóstolo Paulo à igreja: “eu vos protesto, no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus” (At.20.26-27). Mais do que saudades, deixamos o ensino da Palavra do Senhor, a fim de que, em tudo, seja Deus glorificado. E, em alegrias e tristezas, testemunhamos que a imensa graça do Senhor nunca se apartou de nós, sustentando-nos nos momentos mais difíceis da jornada pastoral, a fim de que completássemos bem a carreira proposta na igreja local. Bendito seja Deus!
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Bendito seja Deus pela Reforma Protestante, não apenas por sua importância no século XVI, mas, também, pelo que representa hoje, ao motivar os cristãos a lutarem pela Verdade, pois nossos dias estão tão deploráveis quantos foram os dias de Lutero, quando os líderes dominavam sordicamente, fazendo da igreja sua fonte de lucro. Afinal, celebrar a Reforma Protestante ignorando sua necessidade hoje é mero saudosismo e não tem valor para Deus nem para a igreja do presente. Precisamos, hoje, de Luteros que protestem as mentiras por meio da propagação da Verdade, pois a Reforma da Igreja só estará completa no dia da volta de Jesus.
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Mesmo com diversas aparências e estilos, os falsos profetas não são tão diferentes, pois carregam as marcas anticristãs: não se importam com a Palavra de Deus, pois amam a mentira; não conduzem as pessoas a Cristo, mas a si mesmos; distorcem as Escrituras para tirar proveito; usam a igreja como meio para obter lucro; são dissimulados, sempre usando máscaras para enganar as pessoas; tentam convencer as pessoas por meio de falaciosos argumentos pessoais; conduzem a igreja à divisão, procurando formar discípulos de si mesmos; destroem tudo que é bom e verdadeiro, pois não cogitam das coisas de Deus; e, por fim, estão destinados à destruição, pois Deus ama sua igreja e não tomará por inocente aqueles que tentam destruir a menina dos olhos do Senhor. Caso veja um, ataque-o por meio da Espada do Espírito que é a Palavra de Deus.
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A politicagem, muito comum em nosso país, é muito mais antiga do que se imagina, sendo uma vertente da mentira e ambição. Foi assim que Absalão tentou enganar o povo de Israel, indo atrás das pessoas com agrados dissimulados. Mas, Deus que tudo conhece fez justiça, livrando seu povo do mal, e Absalão morreu por mãos dos fiéis do rei Davi. Portanto, não se deixe enganar:
"Ele se levantava cedo e ficava junto ao caminho que levava à porta da cidade. Sempre que alguém trazia uma causa para ser decidida pelo rei, Absalão o chamava e perguntava de que cidade vinha. A pessoa respondia que era de uma das tribos de Israel, e Absalão dizia: “A sua causa é válida e legítima, mas não há nenhum representante do rei para ouvi-lo”. E Absalão acrescentava: “Quem me dera ser designado juiz desta terra! Todos os que tivessem uma causa ou uma questão legal viriam a mim, e eu lhe faria justiça”. E sempre que alguém se aproximava dele para prostrar-se em sinal de respeito, Absalão estendia a mão, abraçava-o e beijava-o. Absalão agia assim com todos os israelitas que vinham pedir que o rei lhes fizesse justiça. Assim ele foi conquistando a lealdade dos homens de Israel." (2Sm.15.2-6)
"Então o etíope chegou e disse: “Ó rei, meu senhor, ouve a boa notícia! Hoje o Senhor te livrou de todos os que se levantaram contra ti”. O rei perguntou ao etíope: “O jovem Absalão está bem?” O etíope respondeu: “Que os inimigos do rei, meu senhor, e todos os que se levantam para te fazer mal acabem como aquele jovem!” (2Sm.18.31-32).
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A Verdade é o fundamento da unidade cristã e, com o amor, edifica verdadeiros relacionamentos. Tentar construir relações fraternas baseadas em mentiras não só é instável como não procede do Senhor, mas dá carne e, portanto, é incapaz de glorificar a Deus. (2Jo.1-2; 1Co.13.6)
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O que nos torna reformados? O saudosismo da Reforma Protestante do século XVI? Não deveriam ser os mesmos valores dos reformadores? E a luta pela Verdade? E a pregação fiel à Escritura, exposta com excelência por meio do poder do alto? Não deveria ser a prática da justiça imparcial? E o amor fundamentado na Palavra de Deus? E a disposição para pagar o preço da fé? Contudo, parece haver apenas mero saudosismo em nossos dias, pois a Escritura é posta de lado, a mentira vigora, líderes são avarentos, a corrupção adentra aos concílios, o juízo é dispensado com parcialidade e as pregações são cópias baratas tiradas da internet.
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Líderes tiranos costumam chamar de rebeldes aqueles que lutam pela Verdade contra toda imposição injusta praticada por eles. Lembrem-se dos rebeldes Pedro, João (At.5.29) e Paulo (At.17.6), mas, também, de Lutero, Zwinglio e Calvino que preferiram agradar a Deus, não a homens (Gl.1.10; 1Ts.2.3-6). E se eles não tivessem sido rebeldes...? Prossigam, jovens que protestam, por meio da propagação da Escritura, contra as mentiras da política secular e eclesiástica corrompidas. Denunciem os enganos deles! Pois, é melhor ser chamado de rebelde pelos homens injustos do que ser chamado de infiel pelo próprio Deus da glória (Mt.10.28).
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Já que "o bom pastor dá a vida pelas ovelhas" (Jo.10.11), é triste que líderes façam da igreja sua mera fonte de renda, sentindo-se "tranquilos" em deixar a mentira prevalecer, a injustiça oprimir o povo de Deus e a corrupção eclesiástica desonrar o nome do Senhor, até perante o mundo infiel (Sl.12). Vivemos dias difíceis! Portanto, orem para Deus suscitar pastores cheios do Espírito Santo e fiéis à Palavra de Deus, pois é impossível não ver que a igreja está sofrendo no meio de tanta parafernália.
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Quanto você ama a igreja? Ela é a menina dos olhos do Senhor (Dt.32.10). Pregue-lhe fielmente a Palavra de Deus, pois a tornará forte; clame por ela quando ela estiver doente, pois o Senhor poderá curá-la; chore por ela quando estiver sofrendo, pois Deus lhe fará justiça; lute contra os lobos vorazes que querem devorá-la, pois Deus te dará forças; cuide dela em todo tempo, pois essa é a vontade do Senhor, e Ele te recompensará.
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Não se engane com os bonitos discursos do mundo em prol da unidade (Is.41.1-7), pois qualquer tentativa de promover paz entre os homens fora de CRISTO provém do maligno que vive prometendo felicidade (Mt.4.1-11) aos pecadores, a fim de atrair o maior número possível de seguidores contra o SENHOR da glória (Ap.20.7-9).
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O cristão não deve depositar sua esperança em líderes políticos ou religiosos. Contudo, todo cristão deve submeter suas escolhas ao crivo da Palavra de Deus, a fim de recusar tudo que é mau: aborto, homossexualismo, prostituição, libertinagem, corrupção, comunismo, Globo... entre outras mazelas da esquerda.
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Sabe por que os Escritos dos profetas e apóstolos são tão cheios de paixão? Sabe por que os textos dos pais da igreja e dos reformadores são tão apaixonantes? É possível perceber a mudança de força na voz; ouvir o palpitar mais forte do coração; ver as lágrimas caírem sobre o texto. Eles não estavam atrás de uma escrivaninha transcrevendo ideias enquanto assistiam o mundo girar. Eles estavam lutando em defesa do povo de Deus; escreviam em meio ao campo de batalha, completamente envolvidos com as lutas da igreja contra o mal; e, imersos na Palavra de Deus e cheios do Espírito, eram soldados de frente na guerra contra os principados e potestades.
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A igreja necessita de unidade, mas primeiro precisa estar imersa no amor não fingido. Os cristãos carecem de amor puro, mas primeiro precisam fundamentar a vida sobre a Verdade. O mundo necessita conhecer a Verdade, mas só a encontrará em Cristo Jesus. Somente assim haverá verdadeira unidade.
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Para que o cristão glorifique a Deus com a tribulação, e esta lhe seja motivo de honra, é preciso que sofra por amor ao Senhor Jesus, praticando o bem enquanto persevera na Verdade que é a Palavra do Senhor. Pois, que glória há em sofrer as consequências dos próprios pecados? (1Pe.2.20). Nesse caso, resta-lhe apenas pedir misericórdia a Deus, lançando a vida sobre Cristo, para que Ele a conduza no poder do Espírito, em graça e santidade, para a glória do Pai.
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O amor pós-moderno foi completamente esvaziado da Verdade. Como, então, pode-se querer que algo vazio encha a vida das pessoas? (1Co.13.6; 2Jo.1-2)
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A mentira tirou proveito do relativismo. Ao relativizar a verdade, o mundo abriu a porta para a mentira e as pessoas deixaram de honrar o que dizem, pois a palavra perdeu o valor absoluto. Por isso, hoje, todo acordo precisa ser selado em documento para garantir que, até mesmo cristãos, cumprirão o que prometeram.
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Para alcançar uma vida agradável a Deus é preciso fundamentá-la na Verdade. A Verdade constrói o amor fiel e agradável; une as pessoas concedendo-lhes paz; faz justiça aos oprimidos e guia os povos com retidão; concede direção ao perdido e firma os passos do homem temente a Deus. A Verdade traz alegria presente ao coração e garante plena felicidade ao futuro do cristão, porque, mais do que conceito, a Verdade é Jesus Cristo, o Filho do Deus bendito, eternamente.
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Ao entrar, hoje, na presença do Todo-Poderoso, não se preocupe em ser criativo nem ofereça a Deus aquilo que você gosta, antes dedique ao Senhor o que Ele mesmo revelou ser a boa, agradável e perfeita vontade DELE, por meio de Cristo Jesus (Gn.4.3-7; Rm.12.1-2).
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Todo cristão gostaria de viver em paz nesse mundo. Contudo, o Senhor Jesus nos alistou para a guerra (Mt.10.34-39; Jd.3), pois "o mundo jaz no maligno" (1Jo.5.19) e o Reino de Deus deve avançar contra todo principado e potestade (EF.6.10-18). Portanto, preparemos nossos meninos para que sejam homens valentes aptos a manusear bem a Espada do Espírito e nossas meninas para que sejam bênçãos capazes de trazer ao mundo uma geração temente a Deus.
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Se Deus quisesse massagear o ego das pessoas, Ele não teria chamado pastores, mas psicólogos; se o Senhor quisesse entreter o coração das pessoas, Ele não teria chamado pregadores, mas palhaços; Se Deus quisesse encher as pessoas com meras opiniões, Ele não teria chamado ministros da Verdade, mas cientistas naturalistas. Púlpito não é consultório para que as pessoas sejam massageadas nem divã para que ouçam desabafos pessoais nem academia grega para que escutem confabulações teóricas. Uma igreja mal alimentada está fadada ao enfraquecimento, atrofiamento espiritual e sucessiva morte (Os.4.6).
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Não fique esperando receber um "dom especial" para começar a dedicar sua vida ao Senhor. Habilidades, bens e experiências são dádivas graciosas do Senhor, confiadas a você para servir ao Reino de Deus, a fim de abençoar o corpo de Cristo, que é a igreja. Então, use-os sob a Escritura e no poder do Espírito e mãos à obra!
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Por causa da secularização da educação, centrada num capitalismo pragmático e utilitarista, a sociedade tem sofrido com rapazes imaturos e moças mimadas, apesar de graduados. As bases da educação, a partir da família, precisam ser redirecionadas para Deus, pois somente uma educação centrada na Verdade pode oferecer ao mundo uma geração integralmente sadia que conhece a si mesma, serve ao próximo e glorifica a Deus, pronta para todos os desafios de um mundo que jaz no maligno.
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Não crie o hábito de clamar a Deus apenas no fim do dia, para que lhe perdoe e corrija os erros que você cometeu. Busque ao Senhor desde as primeiras horas do amanhecer, a fim de que Ele conduza seus passos a cada minuto e suas decisões sejam instrumentos para a glória do Senhor em todo tempo.
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Não há nada que o cristão queira mais do que a manifestação da glória de Deus "assim na terra como nos céus" (Mt.6.10), "quer pela vida, quer pela morte" (Fp.1.20). É este que tem seus desejos satisfeitos (Sl.37.4) e sua justiça manifesta perante o mundo (Sl.37.6), pois sua salvação vem do Senhor (Sl.146) e em seu coração está a Palavra de seu Deus (Sl.119.11), sobre a qual medita de dia e de noite (Sl.1.2). Em Cristo, você pode ser assim, também.
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Caro amigo, a vida é curta e o caminho cheio de imprevistos semelhantes ao triste acidente com o Chapecoense. Portanto, agarre-se à justiça de Cristo, confessando seus pecados ao Senhor, para que você encontre descanso para a alma, pois não sabe o dia em que terá que encontrar-se com o Criador. Entrega sua vida a Jesus ainda hoje, pois grande é a graça do Senhor, nosso Deus, para com todos os que o buscam.
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Às vezes, à luz das histórias de Israel reveladas na Sagrada Escritura, para que venham dias melhores para o povo de Deus, é necessário deixar morrer a velha geração contaminada pelo mundo (Dt.1.26-46). Enquanto isso, ensinemos e fortaleçamos, por meio da Palavra de Deus, uma nova geração que, semelhante à geração de Josué, pode ser instrumento para juízo dos ímpios e formação de uma nova sociedade temente a Deus.
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A humanidade ama a grandeza. Os casamentos são luxuosos; os mercados são Super ou Hiper; os edifícios são monumentais; e, os homens correm atrás de poder, fama e glória, numa disputa inútil para usurpar a glória do Senhor, Criador e Redentor do universo. Mas, nossa glória consiste em ser Deus engrandecido em nós. Portanto, cultive uma vida simples com o Senhor; regozije-se em Deus perante as pequenas coisas; e, lembre-se que Jesus esvaziou-se para que em sua vida o Pai fosse exaltado sobremaneira.
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Quanto mais nítido for seu olhar para a amplitude imensurável da graça divina que na eternidade nos contemplou, na cruz nos alcançou e nos cerca diariamente mais frutífero e feliz você será por compreender bem o que significa pertencer a Cristo Jesus, nossa esperança e glória.
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Meninas, vistam-se de tal modo que os rapazes sejam atraídos a um olhar singelo, a fim de encontrar em vocês a beleza da pureza de Cristo, descanso para a vista de quem vive em um mundo que esbanja imoralidades.
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O cristianismo perdeu sua relevância na sociedade quando inverteu a ordem de prioridades, colocando suas necessidades e sonhos à frente de sua missão: Glorificar a Deus por meio do fiel ensino da Escritura Sagrada. Portanto, façamos o cristianismo voltar a confiar sua vida ao Senhor, dedicando todo esforço para que a Verdade seja o fundamento de todas as esferas sociais (Mt.6.33). Afinal, a missão é prioridade e não deve ser realizada apenas nas horas vagas ou quando há dinheiro sobrando, mas em todo tempo e em qualquer circunstância.
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Para ser bem sucedido em empresas, comércio e profissões liberais, qualifique-se bem estudando o que convém a cada área. Contudo, para pastorear uma igreja com fidelidade e excelência, você só precisa de duas coisas confiadas a nós pelo Senhor: profundo conhecimento da Escritura Sagrada e intensa comunhão diária com Deus. Pois, nossa missão não é administrativa ou política, mas sim guiar as ovelhas de Jesus na Verdade contra todas as mentiras desse mundo que jaz no maligno.
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Mais um ano começou, graças a Deus! E, você já leu a Bíblia e orou hoje? Por meio de uma vida de meditação na Palavra de Deus e prática da oração você será bem-aventurado, pronto para glorificar a Deus nos momentos bons ou ruins. Portanto, não deixe que o mundo agitado, secularizado e materialista desvie seus olhos de Cristo. Jesus já nos trouxe à presença do Senhor por meio da justificação e devemos cultivar essa comunhão celestial por todo nosso viver (Sl.1.1-6). Portanto, não apenas espere ter um ano abençoado, seja você uma benção nesse e nos demais anos.
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Os céus proclamam a glória de Deus com beleza e esplendor desde o alvorecer. E você faz o que com sua vida durante o gracioso dia que o Senhor nos concede graciosamente? Ouça, trabalhe, fale, faça, aprenda e ensine a glória de Deus, pois tudo que é bom provém do Criador.
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É praticamente inevitável que haja joio no meio do trigo, pois o inimigo o planta na primeira oportunidade (Mt.13.24-30). E, em certa medida, é até bom que ele exista no meio da igreja, a fim de que os fiéis sejam evidenciados na luta contra toda mentira e dissimulação (1Co.11.19). Contudo, nossas armas não são carnais nem muito menos mundanas. Portanto, pregue a Verdade com fidelidade e ore incessantemente, pois assim vencerás cada batalha contra o mundo que jaz no maligno, dando a Deus toda glória até o dia da grande ceifa (Jd.3).
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Costuma-se confundir experiência com sabedoria. A experiência vem com o tempo, diretamente proporcional ao aumento de anos de vida, mas nem sempre é boa e proveitosa. Contudo, a sabedoria é dom divino (Tg.1.5), dependente tão somente do Espírito e da Palavra do Senhor, concedida graciosamente por Deus. Por isso, os jovens Jó, José e Daniel eram mais sábios que todos os anciãos de seus dias. Deus assim procede para que o homem não deposite sua confiança no homem, mas busque em Deus todo saber para viver bem. Lembre-se do que disse o salmista: "O teu mandamento me faz mais sábio do que meus inimigos, pois está sempre comigo" (Sl.119.98). Portanto, medite na Palavra do Senhor dia e noite e busque-o incessantemente.
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Não deveríamos ler o Novo Testamento grego atribuindo às palavras o peso cultural-filosófico do helenismo da época, tendo em vista que seus autores nasceram, cresceram e desenvolveram-se dentro do judaísmo. Devemos ler o Novo Testamento a partir da Escritura do Antigo Testamento, onde estava imerso o coração dos judeus que foram inspirados a escrever para a igreja de Cristo Jesus.
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Quando for consolar alguém, por qualquer que tenha sido a perda ou tribulação, não diga que não tem palavras, pois uma só basta e é verdadeiramente eficaz: CRISTO. Ele é a plena certeza que Deus nos ama hoje e a firme esperança de uma maravilhosa vida eterna amanhã.
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Pregue a Escritura com fidelidade! O sucesso do ministério não pode ser medido por números, status ou boa fama. Diversos líderes famosos e aclamados por multidões fideístas ensinam as piores aberrações usando a Bíblia. Pregue a Escritura com fidelidade, pronto para pagar o preço da fé, pois essa foi a missão confiada a nós (2Tm.4.2) enquanto a salvação dos pecadores pertence tão somente ao Senhor.
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Não tenha vergonha nem se sinta inferiorizado em precisar de alguém, pois apenas Deus é autossuficiente; somente o Senhor estava no princípio (Gn.1.1). A busca humana pela autonomia e autossuficiência não revela força ou inteligência, mas o pecaminoso desejo do frágil e tolo coração querendo assumir o lugar do Criador (Is.14.13-14).
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Quando a Escritura diz para buscar "as coisas lá do alto" (Cl.3.1-4), não está conduzindo você a sair do mundo, "pois tudo que Deus criou é bom" (1Tm.4.4), mas a viver a vida para Cristo, sentindo, pensando e agindo em Cristo, "para que os que vivem não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou" (2Co.5.15).
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As maiores lutas do homem são travadas em seu próprio corpo contra suas vontades e paixões; e, até os mais valentes podem perder batalhas da mente e coração, a menos que Cristo reine absoluto sobre cada sentimento e pensamento, guiando sua vida pelo poder do Espírito e da Palavra de Deus.
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Acostumamo-nos com uma sociedade indiferente aos líderes. Todavia, num mundo governado por monarcas, ser indiferente a uma convocação era grande afronta ao rei. Lembre-se, então, que Deus não foi eleito por um povo para governá-lo, mas Ele mesmo escolheu, resgatou e santificou um povo para si, a fim de que o adore eternamente.
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Não temos em nossas mãos o poder para converter os corações, mas podemos dedicar todo esforço possível para que a Escritura, poder de Deus para salvação, chegue até os pecadores.
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O trabalho diário é o meio pelo qual alcançamos a subsistência para a família. Contudo, ele cumpre seu papel pleno quando você faz do trabalho um instrumento para servir, possibilitando, por suas próprias mãos, uma melhor qualidade de vida para a sociedade, glorificando, assim, àquele que "faz nascer o seu sol sobre maus e bons e vir chuvas sobre justos e injustos" (Mt.5.45).
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A piedade não tem rosto, mas tem procedimento; e, sua presença na vida cristã é tão importante que manifesta ao mundo a glória daquele que nos criou a sua própria imagem e, em Cristo, está restaurando cada virtude que o pecado manchou e distorceu.
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Quando a vida é dedicada ao SENHOR da glória, cada minuto de nosso curto tempo ganha valor eterno.
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O SENHOR é Deus de provisão! Ele proveu o homem com água e alimento e ainda concedeu-lhe o prazer da degustação. Contudo, a maior provisão do Altíssimo não é comida nem bebida, nem mesmo da maior refeição. Seu NOME é Jesus Cristo, o pão celestial, o pão da vida, aquele que nos alimenta com justiça, alegria e eterna salvação.

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